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O Brasil não cuida bem dos ídolos, mas faço questão de reverenciar os meus

Pelo meu sorriso ao lado de Puskás nesta foto, fica evidente meu orgulho por ter conhecido tantas lendas do futebol

Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura
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Diariamente recebo fotos e recortes de jornais e revistas dos meus tempos de jogador. Algumas, inéditas para mim e outras que sempre adoro rever. O registro mais comentado da semana passada foi a que apareço com os húngaros László Kubala e Ferenc Puskás, e com o argentino Alfredo Di Stéfano. Pelo meu sorriso é fácil perceber o tamanho de minha felicidade. Cresci ouvindo meu pai, o velho Marinho, contando histórias sobre esses três craques.

Na Colômbia, pelo Junior de Barranquilla e ao lado de Heleno de Freitas, ele jogou contra Di Stéfano, no Milionários, e precisava chegar junto para acalmar a fera, considerado por muitos o maior jogador argentino de todos os tempos. Na verdade, também era necessário domar o temperamental Heleno, seu parceiro de time e que adorava uma confusão. Na década de 50, Kubala e Evaristo de Macedo, pelo Barcelona, realizaram duelos memoráveis contra o Real Madrid, de…

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