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‘Ronaldo é produto de marketing’, cravou Careca à PLACAR, em 1999

Na ocasião, o ídolo de Guarani, São Paulo e Napoli disse que o novo dono da camisa 9 da seleção era “apenas um bom jogador, mas limitado”

Por Da redação14 min de leitura
O ex-atacante, no Careca Sport Center, em 1999
O ex-atacante, no Careca Sport Center, em 1999

Ao longo de 53 anos de história, PLACAR publicou uma infinidade de entrevistas bombásticas com estrelas da bola. Em alguns casos, os protagonistas erraram feio em previsões ou exageraram na dose das críticas. Em agosto de 1999, Careca, ídolo de Guarani, São Paulo e Napoli, com duas Copas disputadas pela seleção brasileira, não mediu palavras ao avaliar seu sucessor com a camisa 9. Para ele, àquela altura, Ronaldo Fenômeno não passava de um “produto de marketing”.

Recém-aposentado, gerindo um projeto em Campinas, Careca considerava que naquela época estava “muito fácil jogar bola”. “O futebol brasileiro só tem marketeiros em campo. Os jogadores que são considerados craques ainda precisam fazer muita coisa. Se o atleta estiver bem assessorado em termos de marketing, tem tudo para se consagrar. Na minha época, craque que era craque precisava fazer 25 ou 30 gols para chamar a atenção. Hoje não, com 10 gols o jogador…

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