O jogador mais odiado do Brasil: as polêmicas eleições de PLACAR
Com personalidades opostas, Marcelinho, em 2000, e Ricardinho, em 2006, foram os eleitos; pleito inicial também elegeu clubes e dirigentes mais detestados
Por Luiz Felipe Castro5 min de leitura

Bem do antes do advento das redes sociais e da popularização do termo hater, o futebol e seus protagonistas já eram alvo de ódio, seja de adversários, treinadores e, claro, torcedores rivais. Há mais de duas décadas, PLACAR inaugurou o que depois de tornaria uma tendência no jornalismo esportivo: o debate em torno “do jogador mais odiado do Brasil”. Dois corintianos estamparam capas dedicadas a isso: Marcelinho Carioca, em 2000, e Ricardinho, em 2006.
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