Luxemburgo, família Chedid e linguiça: quando o Bragantino começou a voar
Classificado à semifinal da Sul-Americana sob nova gestão, clube de Bragança Paulista já sonhava alto na edição dos campeões de PLACAR em 1990

Bragança Paulista, cidade com pouco mais de 170.000 habitantes, 80 km distante da capital, está em festa. Rebatizado com nome da empresa de energéticos austríaca que passou a geri-lo, o Red Bull Bragantino alcançou o seu maior feito internacional nesta semana ao eliminar o Rosário Central, da Argentina, no Estádio Nabi Abi Chedid, e se classificar às semifinais da Copa Sul-Americana. No Brasileirão, o Braga também vai bem, obrigado, na quarta colocação após 16 rodadas. O planejamento do clube-empresa, que visa repetir o sucesso de outras filiais da Red Bull pelo mundo e se tornar o quinto grande de São Paulo, vem, portanto, sendo seguido. Há mais de três décadas, o Bragantino, então apenas alvinegro, já sonhava alto.
O clube fundado em 1928 estreou na edição dos campeões de PLACAR em 1990, ano em que surpreendeu os rivais e ergueu o Campeonato Paulista da Série A pela única vez. O…
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