Vida longa aos técnicos e jogadores estrangeiros do Brasileirão
Coudet, Domè, Sampaoli, Sarrafiore, Cano, Arrascaeta, Kalou e companhia têm muito a acrescentar ao nosso pobre campeonato

Assim que Roger Machado foi demitido do Bahia li uma nota informando que a direção do clube pensava em contratar um estrangeiro. Não vejo qualquer problema nisso, afinal dos cinco primeiros clubes colocados no Brasileirão três são dirigidos por gringos, Inter, Atlético Mineiro e Flamengo. Fernando Diniz, do São Paulo, rema contra a maré e Ramon é uma novidade no mercado. Não tem jeito, hoje, praticamente todo clube tem um estrangeiro para chamar de seu.
O Inter, líder do campeonato, vai bem com o treinador argentino Eduardo Coudet, que comanda um time nada excepcional, que ainda tem no elenco os argentinos D´Alessandro, Musto, Victor Cuesta, Saravia e Sarrafiore, o uruguaio Abel Hernández e o peruano Paolo Guerrero. Meus primeiros clubes, ainda amador, foram o União Madalena, de Santa Marta, e o Junior Barranquilla, ambos da Colômbia e treinados por meu pai Marinho Rodrigues. Sempre fomos respeitados fora do Brasil e…
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