O ex-presidente do Vila Nova, Geso de Oliveira, foi liberado pela Justiça de Goiás no último domingo, 19. Ele havia sido preso em flagrante por injúria racial e agressão durante a partida contra o Operário-PR, válida pelo Campeonato Brasileiro Série B.

Entenda o caso de agressão e injúria racial

A confusão ocorreu após a vitória do time goiano por 2 a 1 no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA). Geso de Oliveira teria sido o autor de gestos racistas ao atacante Berto, do Operário-PR.

O jogador de Cabo Verde também reportou ter ouvido gritos de “macaco” proferidos por um torcedor do Vila Nova.”Ele me chamou de macaco, ele me chamou de macaco e fez o gesto”, disse o atacante do Fantasma para um membro do staff do Vila.

Quais são as medidas cautelares impostas?

Após audiência de custódia, a Justiça determinou a soltura de Geso, mas impôs restrições. O ex-presidente está proibido de frequentar estádios de futebol e suas proximidades em dias de jogos do Vila Nova, até que o processo seja julgado.

O posicionamento oficial do Vila Nova

O atual vice-presidente do clube, Hugo Jorge Bravo, afirmou que a instituição colaborará com as autoridades e com o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O dirigente declarou que o episódio não representa os valores do clube. Geso de Oliveira nega as acusações de racismo, embora admita o envolvimento no confronto físico relatado na súmula e nos boletins de ocorrência.