VTs, home office e BBB: como canais esportivos tentam driblar a Covid-19
Recomendações das autoridades sanitárias e ausência de campeonatos e notícias alteraram programações de TV e testaram a ‘criatividade’ dos comentaristas

A pandemia de coronavírus praticamente parou o esporte mundial. No Brasil e no exterior, clubes buscam alternativas para conseguir fechar suas contas em meio a paralisações, cancelamentos e indefinições sobre os campeonatos. A dificuldade afeta também os profissionais da imprensa esportiva que, além de lidarem com a necessidade de se proteger da Covid-19, também sofrem com a falta de novos assuntos. Os canais de TV, no entanto, precisam preencher suas grades e, por isso, vêm adotando medidas alternativas – algumas bem curiosas.
Seguindo recomendações, as empresas impuseram a quarentena voluntária, em regime de home office (quando o profissional segue trabalhando de casa), reduzindo drasticamente o número de funcionários nas redações. No caso da Globo , alguns setoristas do esporte migraram temporariamente para o noticiário de saúde, como Lívia Laranjeira (que cobriu brilhantemente a queda do avião da Chapecoense, na Colômbia, em 2016), Renato Peters e Anselmo Caparica. Profissionais que pertencem…
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