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Vamos vencer o jogo do esporte levado a sério

A atividade física é a peça-chave do projeto de futuro de qualquer nação. É preciso tratá-la, portanto, com mais seriedade e transparência

Por Daniela Castro e Gustavo Borges*6 min de leitura
DESPERDÍCIO –
 Cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro: os Jogos não deixaram o legado esperado
DESPERDÍCIO – Cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro: os Jogos não deixaram o legado esperadoSaulo Cruz/Exemplus/COB

O esporte brasileiro não está dissociado dos desafios e dos avanços que acontecem no país. Para o bem ou para o mal. A condenação em primeira instância por desvios de recursos públicos de dirigentes de longa data da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) é mais uma notícia ruim. Mas o Brasil anda menos tolerante a conquistas obtidas a partir de desvios de conduta ou de corrupção. No esporte, felizmente, estamos caminhando para um processo importante de mobilização de diversos stakeholders ligados a essa área. Ainda há muito a evoluir. Mas existem avanços inegáveis.

O esporte nacional de alto rendimento funciona sob um guarda-chuva de confederações, federações e clubes. A maioria das entidades depende do setor público para sobreviver. Isso acontece por meio de leis, como a Agnelo Piva, que lhes destina parte da arrecadação das loterias, bem como dos repasses diretos feitos pelo Executivo e pelo patrocínio de empresas…

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