Relatório do COI cita ‘crise profunda’ na preparação da Rio-2016
Lista de preocupações da entidade cita instalações temporárias, fornecimento elétrico e conforto dos atletas, a cinco meses do início dos Jogos.

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), e Carlos Arthur Nuzman, chefe do Comitê Organizador da Rio-2016, tentaram amenizar nesta quarta-feira suas preocupações sobre a preparação para os Jogos Olímpicos do Rio. No entanto, documentos internos da entidade, obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, avaliaram que o Brasil vive “crise profunda” e enumeraram uma série de problemas na organização da Olimpíada.
Os principais entraves estão relacionados com as instalações, como o Engenhão, fornecimento elétrico “de alto risco” e os eventos marcados para o Complexo Olímpico de Deodoro. Em um relatório de suas atividades, Bach registrou um encontro com comitês olímpicos europeus em que diz que convidou o grupo “a trabalhar em solidariedade perfeita com os organizadores, diante da crise profunda que o Brasil enfrenta”.
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