Racismo no basquete americano indigna país e repercute na Casa Branca
Presidente do Los Angeles Clippers, Donald Sterling, afirmou que não queria que namorada levasse negros aos jogos de seu time

O racismo no futebol é um problema que, às vésperas da Copa do Mundo, começa a ser discutido com maior seriedade. Mas a reação causada por episódios como a discriminação contra Tinga, jogador do time Cruzeiro, em Lima, no Peru, durante jogo da Libertadores, e a recente situação com Neymar, que foi alvo de ofensas racistas em Barcelona, empalidece diante da tempestade que se formou nos Estados Unidos, país onde os esportistas são figuras públicas tão importantes quanto astros de cinema. As declarações racistas do dono do time de basquete Los Angeles Clippers, Donald Sterling, que afirmou não querer negros nos jogos de seu time, se tornaram fato político em menos de dois dias e fizeram com que o presidente Barack Obama se manifestasse.
Durante entrevista coletiva concedida juntamente com o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, na ocasião de sua visita ao país asiático, Obama foi questionado por jornalistas sobre…
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