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Por que demissão de dirigente pode abrir crise no Flamengo

Saída do gerente Paulo Pelaipe mexe no xadrez político do clube, que inclui os desafetos BAP e Marcos Braz, o presidente Landim e até o técnico Jorge Jesus

Por Da Redação3 min de leitura
Gustavo Oliveira, BAP, Marcos Braz e Rodolfo Landim, na festa do título da Libertadores em Lima
Gustavo Oliveira, BAP, Marcos Braz e Rodolfo Landim, na festa do título da Libertadores em Lima

O técnico português Jorge Jesus abriu 2020 com uma frase que pode soar profética: “O maior adversário do Flamengo será o próprio Flamengo”, cravou, em entrevista à CMTV, de seu país. O “mister”, na verdade, se referia à pressão por igualar os feitos da temporada passada, na qual o time venceu o Brasileirão e a Libertadores, mas bem que poderia incluir o conturbado xadrez político do clube, que nesta segunda-feira 7, perdeu uma importante peça, o gerente de futebol Paulo Pelaipe. Sua saída gera instabilidade e pode trazer graves consequências na Gávea.

No fim do ano passado, era dada como certa a renovação de contrato de Pelaipe, que era uma espécie de elo entre a diretoria, a comissão técnica e os atletas e mantinha ótima relação com Jorge Jesus, com quem chegou a jantar em Lisboa recentemente para planejar a temporada. No entanto, o gerente foi comunicado nesta segunda, por…

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