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Organização do Brasil Open culpa calendário e dólar alto por torneio esvaziado

ATP 250 de São Paulo não terá nenhum atleta top 10 na chave de simples

Por Da Redação3 min de leitura
O tenista Federico Delbonis e Diego Schwartzman (ARG) contra Facundo Bagnis (ARF) e Inigo Cervantes (ESP), durante a abertura do torneio de duplas no Brasil Open de Tênis, no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo (SP)
O tenista Federico Delbonis e Diego Schwartzman (ARG) contra Facundo Bagnis (ARF) e Inigo Cervantes (ESP), durante a abertura do torneio de duplas no Brasil Open de Tênis, no Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo (SP)

A 16ª edição do Brasil Open de Tênis foi aberta nesta semana, no clube Pinheiros, em São Paulo, bem menos badalada que em anos anteriores, quando aconteceu no Ginásio do Ibirapuera. Enquanto o Rio Open reuniu astros como Rafael Nadal, David Ferrer, John Isner e Jo-Wilfried Tsonga, o Brasil Open não contará com atletas Top 10 na chave de simples. Segundo Roberto Marcher, diretor do evento, o calendário e a alta do dólar prejudicaram a edição deste ano.

“Atrapalhou muito a alta do dólar. Para trazer um cara eu pagava dois, agora estou pagando quatro”, contou Marcher ao site da ESPN. A concorrência de outros campeonatos na mesma semana também afastou os principais tenistas do mundo da competição em São Paulo.

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