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Opinião: CBF querer Neymar na Olimpíada é, no mínimo, desperdício

Não há sentido em buscar o bicampeonato de um torneio inferior sendo que o camisa 10 da seleção precisa (e muito) se firmar em palcos mais relevantes

Por Luiz Felipe Castro4 min de leitura
Brasil x Alemanha - Final Jogos Olímpicos 2016
Brasil x Alemanha - Final Jogos Olímpicos 2016AFP

As declarações populistas de Neymar sobre o assunto – “sou fominha, estou disposto a jogar Copa América e Olimpíada, mas tem que conversar com o clube” – ecoaram na Confederação Brasileira de Futebol. Segundo informaram alguns portais especializados, o presidente da entidade, Rogério Caboclo, negocia a liberação do camisa 10 para disputar os Jogos de Tóquio junto à direção do Paris Saint-Germain. A chance de o clube francês (ou o Barcelona ou qualquer que seja o seu clube no segundo semestre) liberar o brasileiro é mínima, já que não se trata de data-Fifa, ainda mais se tratando de uma estrela com recorrentes problemas físicos. No entanto, ainda que o xeique desse sinal verde, qual o sentido de desgastar o principal jogador brasileiro em uma competição tão irrelevante?

Recentemente, o espanhol Sergio Ramos manifestou seu desejo de ir ao Japão. Aos 33 anos, a medalha de ouro é a única glória…

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