Neuer: pé esquerdo é mesmo sinônimo de azar
Lesões seguidas colocam a participação do melhor goleiro do mundo em xeque na busca pelo bicampeonato mundial

O goleiro Sven Ulreich, do Bayern de Munique, da Alemanha, recebe uma bola recuada, faz menção de dominá-la com as mãos, percebe que seria uma infração e, já deitado, tenta o chute. Em vão. Uma furada lastimável permite ao atacante Benzema, do espanhol Real Madrid, tocar para o gol vazio. Lance crucial no empate em 2 a 2 que eliminou o time da Baviera das semifinais da Liga dos Campeões, no último 1º de maio. Ulreich falhou no quesito mais exigido dos goleiros modernos, saber jogar com os pés, especialidade de quem substituía, Manuel Neuer. Em entrevista pós-jogo, o zagueiro Hummels lamentou a desclassificação sem meias palavras: “Jogamos a temporada inteira sem o melhor goleiro do mundo”.
Neuer vive uma situação curiosa — e dramática — há cerca de um ano. Em 30 de março de 2017, submeteu-se a uma “pequena cirurgia” para corrigir uma lesão no pé esquerdo, sofrida…
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