Guga celebra glórias – mas lamenta a falta de um sucessor
No dia em que completou 38 anos, o maior tenista já surgido no Brasil lançou a sua autobiografia em São Paulo e relembrou trajetória, que considera ‘absurda’

“Se 10% das pessoas que pegaram em uma raquete por minha causa tivessem dado sequência no esporte, hoje o país estaria cheio de tenistas. O jovem se iniciava no esporte, mas não tinha motivação para continuar, a maioria desistia com menos de seis meses. É assustador”
O catarinense Gustavo Kuerten foi o maior tenista brasileiro de todos os tempos: tricampeão de Roland Garros, ele ocupou o topo do ranking da ATP por 43 semanas consecutivas, entre 2000 e 2001. O currículo incontestável e a admiração que conquistou no mundo inteiro já o credenciam como um dos maiores ídolos do esporte no país. Ainda assim, Guga se considera apenas “um cara normal”. Na noite de quarta-feira, ele lançou, em São Paulo, a autobiografia Guga, um Brasileiro, da Editora Sextante, no dia de seu 38º aniversário. Com o carisma e a simplicidade que o transformaram numa das figuras mais queridas do circuito…
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