Ex-presidente do Barcelona é libertado após 643 dias de prisão preventiva
Justiça espanhola concedeu liberdade condicional a Sandro Rosell e a seu sócio Joan Besoli. O dirigente espanhol é acusado de ligações ilícitas com a CBF

O tribunal de Audiência Nacional, que julga o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, por suposta lavagem de 20 milhões de euros (aproximadamente 85 milhões de reais) em negociações com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), decidiu conceder nesta quarta-feira, 27, liberdade condicional ao dirigente e empresário espanhol após quase dois anos de prisão preventiva.
Antes da sessão do julgamento, foi anunciado que o tribunal concedeu a liberdade, com medidas cautelares, a Rosell e ao seu sócio, o advogado Joan Besoli, ambos detidos desde maio de 2017 pela mesma acusação, na qual a promotoria recomenda 11 e 10 anos de prisão, respectivamente.
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
- CBF
- FC Barcelona
- Ricardo Teixeira