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Coalas, zebras e camarões

Por Carlos Maranhão3 min de leitura
Roger, no jogo entre Brasil e Camarões, na Olimpíada de Sydney, em 2000
Roger, no jogo entre Brasil e Camarões, na Olimpíada de Sydney, em 2000RICARDO CORREA

Então a zebra chegou, lépida, faceira e inesperada. Transportava em seu lombo listrado um time com o nome do delicioso e caro crustáceo cujo nome, no plural, os portugueses escolheram para batizar os rios daquele lugar da África no qual aportaram no século XV e que só em 1960 se tornaria um país independente.

Havia vários coalas nos jardins que cercavam o hotel. Eles são mesmo fofos, ainda mais ao vivo, com sua pelagem densa e sedosa. Dormem quase o dia inteiro, agarrados como bichos-preguiça aos galhos de grandes eucaliptos, dos quais se alimentam. Todos iam vê-los, cheios de curiosidade em conhecer um lindo animal que não existe em outro país. Numa estrada próxima, de vez em quando, apareciam cangurus.

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