Coalas, zebras e camarões

Então a zebra chegou, lépida, faceira e inesperada. Transportava em seu lombo listrado um time com o nome do delicioso e caro crustáceo cujo nome, no plural, os portugueses escolheram para batizar os rios daquele lugar da África no qual aportaram no século XV e que só em 1960 se tornaria um país independente.
Havia vários coalas nos jardins que cercavam o hotel. Eles são mesmo fofos, ainda mais ao vivo, com sua pelagem densa e sedosa. Dormem quase o dia inteiro, agarrados como bichos-preguiça aos galhos de grandes eucaliptos, dos quais se alimentam. Todos iam vê-los, cheios de curiosidade em conhecer um lindo animal que não existe em outro país. Numa estrada próxima, de vez em quando, apareciam cangurus.
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

