Clubes pressionam CBF após erros, mas rejeitam pagar por uso do VAR
Em fevereiro, a CBF avisou que VAR custaria 50.000 reais por partida, a ser bancado pelo mandante. Dos vinte clubes da Série A, treze votaram contra

A discussão sobre a utilização do VAR, o árbitro assistente de vídeo, no Campeonato Brasileiro voltou ao centro do debate nesta semana, após nova rodada com decisões contestadas dos juízes. Mais uma vez, os custos da implantação e utilização do sistema são a chave do impasse: quem deve pagar a conta, os clubes ou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF)?
No início da temporada, a CBF colocou em votação entre os vinte clubes da Série A se o sistema seria implementado na competição. A maioria se posicionou contrária a ideia (América-MG, Atlético-MG, Atlético-PR, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Paraná, Santos, Sport, Vasco e Vitória). O São Paulo se absteve e depois afirmou também ser contra. Palmeiras, Internacional, Grêmio, Flamengo, Botafogo, Bahia e Chapecoense votaram a favor.
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