Brasil e Argentina, rivais unidos pelos problemas e dúvidas
Depois de dois jogos de cada equipe, as grandes favoritas ainda não exibiram tudo o que se espera delas – e ambas sofrem com falhas parecidas até agora

Se confirmarem seu favoritismo nesta semana, Brasil e Argentina continuam em lados opostos da chave e só se cruzariam mesmo numa possível final. Antes disso, porém, há um longo caminho a ser percorrido
O sorteio dos grupos da Copa do Mundo, na Costa do Sauípe, na Bahia, mal havia acabado quando torcedores de ambos os lados da fronteira apressavam-se na simulação dos resultados para descobrir quando o duelo poderia ocorrer. Ao notarem que tudo se encaminhava para um encontro só na finalíssima, em 13 de julho, no Maracanã, brasileiros e argentinos já começavam a esfregar as mãos, preparando-se para o que seria uma final de sonhos (ou, no caso de quem saísse derrotado, de terrível pesadelo). Mas essa expectativa, que está viva na cabeça dos rivais desde dezembro do ano passado, começou a ficar mais frágil desde que o Mundial enfim começou, há pouco mais de uma semana. Passadas duas…
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