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A dúvida como hábito

Saber com precisão se a bola ultrapassou ou não a linha de gol talvez seja o limite máximo de uso da tecnologia no futebol. Daí para a frente haverá sempre muita grita, porque a tradição, com todas as suas imperfeições, moldou o torcedor à eterna polêmica da mesa de bar

Por Da Redação5 min de leitura
VIGILÂNCIA - Cada um dos doze estádios brasileiros tem catorze câmeras de alta definição instaladas para tirar dúvidas
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O chute do atacante francês Benzema bateu numa das traves e a bola correu na direção contrária. Ao tentar agarrá-la, o goleiro hondurenho Valladares se atrapalhou, e a Brazuca supostamente entrou no gol. O juiz, o brasileiro Sandro Ricci, recebeu um alerta sonoro no relógio de pulso menos de um segundo depois do lance e correu para o meio de campo: 2 a 0 para a França, que venceria por 3. No telão do Beira Rio, em Porto Alegre, veio o tira-teima. A primeira imagem mostrou o toque da bola na trave e o aviso “no goal” em vermelho. Em seguida, viu-se a bola a menos de 1 centímetro da cal, do lado de dentro, e “goal”. A torcida vaiou. Foi tudo tão rápido que muita gente não entendeu por que, depois da indicação inicial negativa, veio uma positiva. Pela primeira vez na história das Copas, a tecnologia desenvolvida para…

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