A dúvida como hábito
Saber com precisão se a bola ultrapassou ou não a linha de gol talvez seja o limite máximo de uso da tecnologia no futebol. Daí para a frente haverá sempre muita grita, porque a tradição, com todas as suas imperfeições, moldou o torcedor à eterna polêmica da mesa de bar

O chute do atacante francês Benzema bateu numa das traves e a bola correu na direção contrária. Ao tentar agarrá-la, o goleiro hondurenho Valladares se atrapalhou, e a Brazuca supostamente entrou no gol. O juiz, o brasileiro Sandro Ricci, recebeu um alerta sonoro no relógio de pulso menos de um segundo depois do lance e correu para o meio de campo: 2 a 0 para a França, que venceria por 3. No telão do Beira Rio, em Porto Alegre, veio o tira-teima. A primeira imagem mostrou o toque da bola na trave e o aviso “no goal” em vermelho. Em seguida, viu-se a bola a menos de 1 centímetro da cal, do lado de dentro, e “goal”. A torcida vaiou. Foi tudo tão rápido que muita gente não entendeu por que, depois da indicação inicial negativa, veio uma positiva. Pela primeira vez na história das Copas, a tecnologia desenvolvida para…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
Mais do acervo
- 2014
F1: Rosberg vence com dobradinha da Mercedes na Áustria. Massa larga na pole, mas termina em quarto

REINALDO CANATO
2014Bem longe da Copa, Ronaldinho marca em jogo na China
- 2014
Maracanã tem policiamento reforçado para a partida entre Rússia e Bélgica

REUTERS
2014Coreia do Sul e Argélia se encaram em busca da salvação