Acervo · Esporte

Uruguai de 2010 assusta mais que o de 1950, diz Felipão

Técnico da seleção destaca o entrosamento e a qualidade da equipe uruguaia que se destacou no último Mundial, mas minimiza a pressão para a semifinal

Por Giancarlo Lepiani, de Belo Horizonte4 min de leitura
Copa das Confederações
Copa das Confederações

“O torcedor tem correspondido muito mais do que a equipe merecia ou precisava. Isso faz com que nossos jogadores tenham um espírito diferente. Os adversários sentem. Amanhã é dia de fazer o Uruguai também sentir essa pressão”

O técnico Luiz Felipe Scolari não perde o sono com as assombrações de um passado distante. “Eu nem era nascido em 1950”, brincou ele nesta terça-feira, véspera da partida decisiva contra o Uruguai, no Mineirão. Na verdade, o treinador da seleção já tinha 2 anos quando a equipe celeste derrotou o Brasil na final do primeiro Mundial realizado no país. De qualquer forma, Felipão deixou claro que sua preocupação é com uma encarnação muito mais recente da seleção bicampeã olímpica e mundial. A equipe uruguaia da Copa de 2010, que chegou às semifinais e consagrou Diego Forlán como o melhor jogador do torneio, é o que deixa o técnico apreensivo para o encontro…

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