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Tifanny: ‘Fui cortada de um time masculino por ser homossexual’

A oposta do Sesi Bauru, primeira atleta transexual na Superliga, falou sobre a primeira vez que sofreu preconceito no vôlei

Por Da Redação3 min de leitura
A ponteira Tiffany do Bauru
A ponteira Tiffany do Bauru

A oposta Tifanny Abreu, do Sesi Bauru, revelou a primeira vez em que sofreu preconceito no vôlei, em 2003, no Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. Em entrevista ao programa Bola da Vez, da Espn, que vai ao ar no próximo domingo, a primeira jogadora trans da Superliga contou que impressionou um técnico em um teste no clube, mas, por homofobia, o diretor da equipe vetou sua contratação.

“No meu primeiro teste, tive uma decepção. O técnico ficou encantado com meu voleibol. Como eu era magra, mas era muito explosiva, pulava muito, tinha muita força. Era um talento nato. Mas o diretor não queria nenhum homossexual no time. No segundo teste, nem participei da peneira, já fui riscada”, revelou a jogadora de 34 anos.

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