Acervo · Esporte
Ronaldinho encontrou a paz no Terreiro do Galo
Em voo para o Rio de Janeiro, craque fala da estrutura que encontrou no Atlético-MG e do problema pessoal teria com uma transferência para o Fluminense

A pressão para não trocar o Atlético pelo tricolor carioca veio, principalmente, das pessoas mais próximas de seu círculo de amizade. E principalmente do Rio. Ronaldinho sabe que a admiração que ainda resta no coração dos rubro-negros se transformará em ódio
O saguão do Aeroporto de Confins está vazio, mas uma aglomeração de pessoas vestidas de uniforme laranja deflagra a movimentação. O relógio marca 12h30 de um sábado. No meio do laranjal humano está um sorridente e incrivelmente paciente Ronaldinho Gaúcho. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete fotos com fãs. Os pedidos se multiplicam depois que uma das funcionárias do aeroporto, eufórica, avisa pelo rádio que o artista da bola está por perto. Quem ouve corre imediatamente para o check-in. O craque espera o horário de embarcar num voo da Gol rumo ao Rio de Janeiro. É dia de folga, véspera da partida do Atlético-MG contra o Botafogo (machucado,…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.