Acervo · Esporte

De ‘brucutu’ a espião, a ascensão de Alexandre Gallo

Volante de pouca técnica com passagens por Santos e Atlético-MG, ele virou técnico, chegou à CBF e vai ajudar Scolari a conhecer melhor os adversários

Por Da Redação3 min de leitura
Trabalho no Náutico levou Gallo à CBF e, agora, à condição de espião da seleção
Trabalho no Náutico levou Gallo à CBF e, agora, à condição de espião da seleçãoNelson Antoine/Fotoarena

Volante pegador e especialista em marcação nos tempos de jogador, bem ao estilo “brucutu” apreciado por Luiz Felipe Scolari, Alexandre Gallo não se destacou em campo a ponto de merecer uma lembrança na seleção brasileira. Como técnico, porém, em menos de uma década de carreira, ele vive uma ascensão meteórica: embora sem nenhum trabalho de destaque no cenário nacional, conseguiu uma boa oportunidade na CBF, como coordenador das categorias de base, e na Copa das Confederações vai trabalhar diretamente com Felipão, na função de observador – na prática, o “espião” que vai levar ao técnico as informações sobre os próximos adversários do Brasil.

O anúncio foi feito pela CBF na quarta-feira, discretamente, em nota em que informava a comissão técnica da seleção para a Copa das Confederações. Ganhou até elogios protocolares de Scolari: “Já trabalhamos em conjunto com o Gallo, um profissional que tem a minha inteira confiança e a…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos