Brasil e Equador: quem é o maior?
Comentarista do Futuro viaja até 1991 para tentar entender o time de Falcão e explicar ao leitores da época o que as seleções disputam hoje, na pandemia

Palavras são como jovens craques: quando menos se espera, sapecam um drible desconcertante na gente. É o chamado “jogo-moleque” da língua portuguesa. “Seleção”, por exemplo, tornou-se nome próprio dos times que representam um país, mas obviamente é uma alusão (claríssima!) à “escolha”. Assim, o nosso Escrete Canarinho poderia perfeitamente se chamar “Triagem Brasileira”. O importante é que estão em campo “os melhores”, o suprassumo do nosso futebol. Daí eu ter chegado do futuro ansioso e curioso para ver de perto, aqui no Chile, este time brasileiro que tem Márcio Bittencourt, Neto, Sílvio, Mazinho Oliveira e João Paulo como titulares na Copa América de 1991. O futebol também faz das suas piruetas irresponsáveis, caro leitor! Brasil e Equador, cuja distância no futebol sempre foi continental, daqui a 30 anos estarão em outra disputa: a de campeão na América Latina em vítimas e casos de Covid-19, vírus que será o bicho-papão em…
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