Zidane e Ghiggia: no Brasil, os dois vilões estão ‘em casa’
Na Bahia, os responsáveis pelos dois vices do Brasil em Mundiais mostram espanto com a recepção calorosa no país – e afirmam que foram perdoados

“O que há de mais lindo no futebol é que as pessoas têm respeito e carinho pelos jogadores. Tenho orgulho de ser uruguaio e respeito muito o Brasil. Aqui é como uma segunda casa”, disse Ghiggia
O Brasil foi vice-campeão em duas Copas do Mundo, e os grandes responsáveis por essas derrotas estavam juntos, nesta quinta-feira, num palco montado na Costa do Sauípe, na Bahia. Apesar da história que carregam, Zinedine Zidane e Alcides Ghiggia não mostravam nenhum sinal de desconforto na visita ao país. Pelo contrário: os dois maiores carrascos da história da seleção brasileira ainda se espantam com o tratamento caloroso que recebem quando vêm ao Brasil. Tanto o francês como o uruguaio acham que os brasileiros já perdoaram seus gols nas partidas decisivas das Copas de 1998 e 1950 – e, agora, são acolhidos no país não como vilões, mas como ídolos do futebol.
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