1/17 Anderson Silva comemora vitória após defender o cinturão contra o japonês Yushin Okami, durante o UFC Rio de Janeiro (Ricardo Moraes/Reuters/VEJA)
2/17 Anderson Silva comemora vitória após defender o cinturão contra o japonês Yushin Okami, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
3/17 O campeão de peso médio, Anderson Silva, acerta o japonês Yushin Okami, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
4/17 O campeão de peso médio, Anderson Silva, acerta o japonês Yushin Okami, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
5/17 Anderson Silva foi recebido por vários fãs no caminho até o octógono do primeiro UFC Rio (Divulgação/UFC/VEJA)
6/17 Torcida na arquibancada do UFC Rio, em agosto de 2011 (Divulgação/UFC/VEJA)
7/17 Antonio "Minotauro" Nogueira luta contra o norte-americano Brandan Schaub. O brasileiro ganhou a luta e comemorou o seu retorno ao UFC (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
8/17 Rodrigo Minotauro venceu Brendan Schaub no UFC Rio (Al Bello/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images/VEJA)
9/17 O brasileiro Thiago Tavareis comemora a vitória contra o norte-americano Spencer Fisher, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
10/17 Thiago Tavares venceu o americano Spencer Fisher no UFC Rio, em agosto de 2011 (Divulgação/UFC/VEJA)
11/17 O brasileiro Thiago Tavareis comemora a vitória contra o norte-americano Spencer Fisher, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
12/17 Dan Miller, dos Estados Unidos, durante a luta contra o brasileiro Rousimar Palhares, no UFC Rio de Janeiro (Ricardo Moraes/Reuters/VEJA)
13/17 Os lutadores brasileiros Raphael Assunção e Johnny Eduardo, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
14/17 Os lutadores brasileiros Raphael Assunção e Johnny Eduardo, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
15/17 O canadense Yves Jabouin (abaixo) luta contra o norte-americano Ian Loveland, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
16/17 O brasileiro Edson Barboza aplica chute no britânico Ross Pearson, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
17/17 Ross Pearson tenta acertar o brasileiro Edson Barboza, durante o UFC Rio de Janeiro (Antonio Lacerda/EFE/VEJA)
O UFC realiza seu card especial de 20 anos no sábado, mas Dana White e os chefões do torneio apostam que o evento mais marcante do ano acontecerá em dezembro, quando Anderson Silva tentará recuperar o cinturão dos médios na revanche contra Chris Weidman. Para muitos, será não apenas a grande noitada de lutas de 2013 como também uma das melhores da história. Entre os mais de 250 eventos já realizados pela franquia – que já rodou por nada menos que onze países -, alguns não saem da memória dos torcedores, seja por causa de combates sensacionais, pela importância das lutas reunidas no card ou até por circunstâncias inusitadas que hoje parecem quase inacreditáveis – como a suspensão de uma transmissão de pay-per-view porque o prazo para transmissão tinha acabado. Entre essas noites inesquecíveis, talvez a mais importante seja mesmo a primeira, em 1993, quando Royce Gracie venceu todos os seus adversários em sua jornada para mostrar que o jiu-jitsu era a arte marcial mais eficaz. Alguns meses depois, os Gracie venderam parte do torneio, pois não concordavam com a adoção de regras obrigatórias, como divisão por categorias de peso e limitação de tempo para os combates. Dana White e os irmãos Ferttita compraram o UFC em 2003, mas não foi tão fácil reerguê-lo. Uma década depois, trata-se de uma das franquias esportivas mais lucrativas e populares do planeta.