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Suárez recorda mordidas e suspensão: ‘Me trataram como um delinquente’

Em entrevista exclusiva a PLACAR, astro do Grêmio refletiu sobre erros do passado e confessou ter procurado ajuda psicológica para conter ataques de ira

Por Klaus Richmond e Luiz Felipe Castro4 min de leitura
Suárez após o fatídico lance com o zagueiro Chiellini
Suárez após o fatídico lance com o zagueiro Chiellini

PORTO ALEGRE – Luis Suárez conta ter vivido uma espécie de calvário pessoal em 24 de junho de 2014, após o apito final na Arena das Dunas, em Natal (RN). Apesar da vitória por 1 a 0 diante da Itália, que classificou o Uruguai às oitavas de final da Copa do Mundo realizada no Brasil, nada repercutiu mais do que a mordida desferida no ombro esquerdo do zagueiro Giorgio Chiellini: “O monstro deve ser banido”, pedia o jornal inglês The Telegraph, e “Animal Suárez”, estampava a capa do tabloide The Sun. O pior momento ainda chegaria dois dias depois, com a confirmação da punição por nove jogos da seleção e o afastamento por quatro meses de qualquer atividade relacionada ao futebol.

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