Jogo com torcida na Libertadores: dava para esperar mais um pouco
A Conmebol permitiu a presença de 5.000 convidados na final entre Palmeiras e Santos, na contramão do crescimento de casos de Covid-19 no Brasil

Desde março de 2020, nenhum jogo de futebol no Brasil tinha recebido torcida — até a final da Libertadores entre Palmeiras e Santos no Maracanã, em 30 de janeiro, sábado de sol no Rio, com 40 graus à sombra. A Conmebol, entidade que comanda o futebol sul-americano, permitiu a presença de 5 000 convidados, na contramão do crescimento de casos de Covid-19 no Brasil, embora tenha exigido apresentação de testes negativos. O problema: os testes ajudam, mas não servem de salvo-conduto ou certeza de que não haverá contaminação depois de realizados. Pior: os torcedores alviverdes e alvinegros ocupavam um espaço pequeno do estádio, aglomerando-se. Nem todos usavam máscaras. O sistema de som emitia sinais de alerta, relembrando a necessidade de proteção, mas para quê? O estrago já estava feito. Uma decisão entre brasileiros havia ocorrido apenas outras duas vezes, e levar o jogo ao mítico Maracanã foi bela ideia, decidida…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
Mais do acervo

Igor Amorim SPFC
2021Um lance certeiro: o acordo da Prevent com o Comitê Olímpico do Brasil
- 2021
Venda de Brenner aos EUA surpreende; afinal, MLS é ou não uma boa?
- 2021
Neymar procurou a Puma para seguir legado de Pelé, revela diretor da marca
- 2021
Al Ahly bate time de Dudu e está na semifinal do Mundial de Clubes