Acervo

Jogo com torcida na Libertadores: dava para esperar mais um pouco

A Conmebol permitiu a presença de 5.000 convidados na final entre Palmeiras e Santos, na contramão do crescimento de casos de Covid-19 no Brasil

Por Alexandre Senechal2 min de leitura
Torcedores do Palmeiras
Torcedores do Palmeiras

Desde março de 2020, nenhum jogo de futebol no Brasil tinha recebido torcida — até a final da Libertadores entre Palmeiras e Santos no Maracanã, em 30 de janeiro, sábado de sol no Rio, com 40 graus à sombra. A Conmebol, entidade que comanda o futebol sul-americano, permitiu a presença de 5 000 convidados, na contramão do crescimento de casos de Covid-19 no Brasil, embora tenha exigido apresentação de testes negativos. O problema: os testes ajudam, mas não servem de salvo-conduto ou certeza de que não haverá contaminação depois de realizados. Pior: os torcedores alviverdes e alvinegros ocupavam um espaço pequeno do estádio, aglomerando-se. Nem todos usavam máscaras. O sistema de som emitia sinais de alerta, relembrando a necessidade de proteção, mas para quê? O estrago já estava feito. Uma decisão entre brasileiros havia ocorrido apenas outras duas vezes, e levar o jogo ao mítico Maracanã foi bela ideia, decidida…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos