Caneta em Maradona, soco em Simeone e mais: Romário relembra rivalidade com argentinos
Em entrevista à PLACAR, Ídolo da seleção brasileira disse que rixas ficavam em campo, e que sempre teve respeito e carinho pelos rivais

RIO DE JANEIRO – Mesmo à vontade em sua própria casa na Barra da Tijuca, no Rio, vestindo camiseta e bermuda ao lado da luxuosa piscina e das quadras de futevôlei e futebol, Romário de Souza Faria, de 57 anos, demorou um pouco a demonstrar a espontaneidade e a língua afiada de sempre. Ao falar sobre sua mais nova função, a de presidente eleito do América-RJ, seu time do coração, e do papel de senador pelo PL em Brasília, o Baixinho adotou tom mais sereno, quase protocolar. Já quando o tema passou a ser o clássico desta terça-feira, 21, entre Brasil e Argentina no Maracanã, seu semblante mudou. Em entrevista exclusiva à PLACAR, Romário destravou memórias da grande rivalidade e pregou respeito aos vizinhos.
O Baixinho tem na ponta da língua o clássico inesquecível, pela fase final da Copa América de 1989, 2 a 0 diante de mais de 110.000…
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