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Para Tite, 1 gol provou a ‘relutante’ Douglas importância de marcar

Intervalo de jogo, o placar do Engenhão aponta vitória parcial de 2 a 0 do Corinthians sobre o Flamengo, dois gols de Douglas. O técnico Tite chama o meia e lhe diz que, se ele não tivesse atendido suas orientações, não teria feito o primeiro gol. A jogada foi toda construída por ele. Aos 26 […]

Intervalo de jogo, o placar do Engenhão aponta vitória parcial de 2 a 0 do Corinthians sobre o Flamengo, dois gols de Douglas. O técnico Tite chama o meia e lhe diz que, se ele não tivesse atendido suas orientações, não teria feito o primeiro gol.

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A jogada foi toda construída por ele. Aos 26 minutos, Douglas desarmou Botinelli na meia direita, correu até a área e tocou rasteiro, na saída de Paulo Victor. O desarme, arma não habitual do camisa 15, era o diferencial pedido pelo treinador.

‘Eu falei a ele que a minha exigência para que ele ajudasse a marcar, coisa em que era relutante, foi que deu a ele a condição de jogo, foi o que deu a ele o gol. Essa participação tem que ser de todos. Não é porque é bonito ou solidário, porque ajuda a ganhar. Às vezes, ajuda o próprio jogador, como foi o caso’, disse Tite.

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Pressionar a defesa adversária é um dos principais requisistos da cartilha preparada por Tite aos jogadores do sistema ofensivo. Era assim com Liedson, tem sido assim também com Romarinho, recém-trazido do Bragantino e que vem se adaptando bem ao novo esquema.

‘Quando acabou o jogo, o Edu (Gaspar, gerente de futebol) veio destacar que o Romarinho tem voltado para marcar até a linha de fundo e perguntou se ele não reclamava. Não. Esse preço tem que se pagar para ganhar’, salientou o comandante corintiano.

Douglas não tem a mesma movimentação do antigo titular, Alex, e nem será cobrado por isso. O treinador faz questão, no entanto, que o novo dono da posição não se limite somente a enfiar passes para os companheiros de ataque.

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