Salvem as ‘zebras’!
Na largada da Copa do Brasil, Comentarista vai a 2004, no título do Santo André (2 x 0 Flamengo), e faz alerta sobre riscos do ‘patamar’ no futebol nacional

Baleias, o samba, o rádio e o mico-leão dourado seguirão ‘Vivinhos da Silva’ daqui a 18 anos, posso garantir! Já o mesmo, eu não posso dizer das ‘zebras’, que em 2022 – de quando vim – estarão sob sérios riscos de extinção no futebol. Vítimas de novidades que, sem muitos detalhes, adianto aqui: a concentração de dinheiro em poucos times – com o surgimento do que chamaremos de ‘primeiro patamar’ -, a entrada no mercado de grandes empresas e fundos de investimentos, comprando – repito: com-pran-do! – clubes nacionais e a tão propalada ‘profissionalização’ do esporte. E digo a vocês, caros leitores e leitoras de 2004, que serei um dos extremamente preocupados com isso, temendo que não venham a ser mais vistas ‘zebras’ maravilhosas como a de ontem, com o Santo André sapecando 2 x 0 no Flamengo em pleno Maraca, e levando pra casa a Copa do Brasil. Retornarei…
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Pedro Souza
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