1/17 Dana White em São Paulo, em entrevista coletiva para promover a segunda luta entre Chris Weidman e Anderson Silva (Friedemann Vogel/Zuffa LLC/Getty Images/VEJA)
2/17 Dana White e Anderson Silva na coletiva em Las Vegas: Foi uma batalha trazê-lo aqui (Jeff Bottari/Zuffa LLC/Getty Images/VEJA)
3/17 O presidente do UFC, Dana White, durante entrevista coletiva na HSBC Arena, na Barra da Tijuca (Ivan Pacheco/VEJA)
4/17 O cantor Justin Bieber e Dana White, presidente do UFC (Divulgação/UFC/VEJA)
5/17 Dana White, presidente do UFC, com LeBron James, astro do Miami Heat (Jeff Bottari/Getty Images/VEJA)
6/17 O presidente do UFC, Dana White, dá autógrafos em encontro com os fãs no Radio City Music Hall, em Nova York (Michael Nagle/Getty Images/VEJA)
7/17 Dana White, presidente do UFC, ao lado do supercampeão Kelly Slater, surfista e fã de MMA (Mark Kolbe/Getty Images/VEJA)
8/17 Snoop Dogg com Dana White e os irmãos Frank e Lorenzo Fertitta (Reprodução/VEJA)
9/17 Anderson Silva, Dana White e Chael Sonnen na coletiva do UFC 148, em Las Vegas (Reprodução/VEJA)
10/17 Dana White, presidente do UFC, em evento promocional (Scott Cunningham/VEJA)
11/17 Tito Ortiz recebe homenagem de Dana White antes do UFC 148, em Las Vegas (VEJA.com/VEJA)
12/17 Dana White, presidente do UFC, na entrevista coletiva em que anunciou a mudança da luta entre Anderson Silva e Chael Sonnen para Las Vegas (Ide Gomes/Frame/Folhapress/VEJA)
13/17 Júnior Cigano, Dana White e Rodrigo Minotauro (Reprodução/VEJA)
14/17 A entrevista coletiva de Anderson Silva, Chael Sonnen e Dana White no Rio de Janeiro (Celso Pupo/Fotoarena/VEJA)
15/17 A entrevista coletiva de Anderson Silva, Chael Sonnen e Dana White no Rio de Janeiro (Celso Pupo/Fotoarena/VEJA)
16/17 Dana White antes da primeira luta entre Cigano e Velasquez (Victor Decolongon/Getty/VEJA)
17/17 <br><br> Wanderlei Silva (azul), Dana White (centro) e Vitor Belfort observam as lutas primeiras lutas do TUF (Divulgação/TUF Brasil/VEJA)
Criado pelos brasileiros da família Gracie, o UFC completou 20 anos na terça-feira, mas o evento comemorativo acontece só neste sábado, em Las Vegas. A luta principal será entre o campeão meio-médio Georges St-Pierre e seu mais forte desafiante em muitos anos, o americano Johny Hendricks. Como o card tem dois grandes vendedores de pay-per-view – o astro GSP e o falastrão Chael Sonnen, que encara Rashad Evans -, a noite será de lucros fartos para o UFC (todos os ingressos foram vendidos com antecedência). Mas se hoje Dana White tem motivos de sobra para comemorar o sucesso do torneio, no passado o presidente da franquia teve de encarar tempos de vacas magras – depois de passar por muitos apertos, chegou a cogitar até vender o UFC em 2005. Sabendo que é preciso manter o ritmo e continuar crescendo, o chefão do torneio sempre diz que não para de discutir novas ideias com os outros executivos da marca, principalmente no que se refere à exploração de novos mercados consumidores. Apesar do sucesso incontestável nos Estados Unidos, Canadá e Brasil, o UFC ainda tem desafios de sobra para seus próximos vinte anos. Portanto, que ninguém ache que Dana White estará satisfeito ao contar os lucros do UFC 167, neste fim de semana. Na cabeça do chefão, há empreitadas muito mais ambiciosas no caminho.