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Torcida única, festa e até Putin: Boca x River vira questão de Estado

Final da Libertadores levanta discussões sobre segurança pública. Presidente Macri quer torcedores visitantes na festa, mas clubes discordam

Por Da redação4 min de leitura
Mauricio Macri, presidente da Argentina e ex-presidente do clube Boca Juniors - 02/12/2015
Mauricio Macri, presidente da Argentina e ex-presidente do clube Boca Juniors - 02/12/2015 Amilcar Orfali/LatinContent

Boca Juniors e River Plate farão as finais mais apimentadas da história da Copa Libertadores. Será o primeiro duelo entre os rivais de Buenos Aires em uma decisão internacional, um encontro histórico e que extrapola a esfera esportiva. Segundo a imprensa argentina, até mesmo Vladimir Putin, presidente da Rússia, já manifestou o desejo de assistir ao “maior jogo de todos os tempos”. A Conmebol decidiu mudar as datas das finais por um motivo político e as recentes declarações do presidente Maurício Macri, ex-mandatário do Boca, vêm deixando claro: o Superclássico argentino virou questão de Estado.

As finais da Libertadores estavam agendadas para 7 e 28 de novembro, duas quartas-feiras, mas foram alteradas para 10, na Bombonera, e 24, no Monumental de Núñez, dois sábados, para não atrapalhar os preparativos para a reunião do G20, que começa dia 30, em local próximo ao estádio do River, com a presença de Donald…

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