Opinião: Conmebol, a confederação de futebol que não gosta de futebol
Depois do papelão da final da Libertadores em Madri, entidade chegou ao fundo do poço no Brasil. Mas o que importa são os recordes de arredacação

Quando assumiu a presidência da Conmebol, em janeiro de 2016, com a entidade chafurdada no escândalo de corrupção da Fifa que prendeu diversos cartolas, o paraguaio Alejandro Domínguez prometeu iniciar uma nova era de conquistas e desenvolvimento do futebol sul-americano. Até o momento, porém, tudo não passou de perfumaria – como um logotipo mais moderno ou demonstrações de “transparência”, como se isso não fosse obrigação. E meses depois da vergonha que se tornou a final da Libertadores entre Boca e River, transferida para a Espanha (!) por problemas de violência, a imagem da “Nova Conmebol” conseguiu ficar ainda mais manchada na Copa América do Brasil.
Ingressos caros, estádios vazios, gramados péssimos, trânsito caótico e problemas de logística dos mais variados tipos… A falta de organização do torneio é tamanha que até mesmo os atletas, geralmente alienados, decidiram se posicionar. O melhor do mundo, Lionel Messi, disse que os campos são…
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