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Conmebol ‘responde’ ao Corinthians e lembra Oruro para justificar regras

A confederação diz que não quer mudar o ‘DNA do futebol’ e utilizou a morte do garoto Kevin Espada na Bolívia

Por Estadão Conteúdo2 min de leitura
A torcida do Corinthians no estádio de Oruro: tragédia na Bolívia
A torcida do Corinthians no estádio de Oruro: tragédia na Bolívia() Daniel Augusto Jr.

A Conmebol respondeu nesta segunda-feira, 14, às críticas feitas pelo Corinthians sobre o novo regulamento de segurança das copas Libertadores e Sul-Americana. A entidade, em comunicado, lembrou do trágico episódio ocorrido na Libertadores de 2013, em Oruro, na Bolívia, para justificar as proibições. Na ocasião, um sinalizador lançado pela torcida corintiana atingiu e matou Kevin Espada, de 14 anos, torcedor do San José, time da casa.

A confederação, na última quarta, ampliou de 18 para 21 os itens proibidos dentro dos estádios. A principal mudança, de acordo com o artigo 25, é a proibição de ‘bandeirões’ e demais bandeiras que ultrapassem 1,5 metro de comprimento e 1 metro de largura. Também não serão permitidas faixas e banners amarrados em cercas e divisórias das arquibancadas, bem como sinalizadores e fumaça.

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