Alemanha marca no final e conquista o tetra no Maracanã
Foi uma final nervosa, equilibrada e com muitas chances de gol desperdiçadas. Depois do 0 a 0 no tempo normal, Götze fez o golaço do título, na prorrogação
1/49 Jogadores da Alemanha comemoram o quarto título da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
2/49 Jogadores da Alemanha comemoram o quarto título da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
3/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
4/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
5/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
6/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
7/49 O alemão Götze comemora gol no segundo tempo da prorrogação na final contra a Argentina, no Maracanã no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
8/49 O alemão Götze comemora gol no segundo tempo da prorrogação na final contra a Argentina, no Maracanã no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
9/49 O alemão Götze comemora gol no segundo tempo da prorrogação na final contra a Argentina, no Maracanã no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
10/49 Messi reage ao gol da Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Alexandre Battibugli/VEJA/VEJA)
11/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
12/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
13/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Luiz Maximiano/VEJA/VEJA)
14/49 Jogadores da Alemanha comemoram gol no segundo tempo da prorrogação no jogo contra a Argentina, na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Alexandre Battibugli/VEJA/VEJA)
15/49 O alemão Götze chuta e marca gol na Argentina no segundo tempo da prorrogação na final da Copa no Maracanã, no Rio (Luiz Maximiano/VEJA/VEJA)
16/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
17/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
18/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
19/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
20/49 Messi durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Marcanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
21/49 O alemão Götze durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
22/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
23/49 Messi durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Marcanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
24/49 O argentino Agüero cabeceia a bola no jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
25/49 Torcedor invade campo durante partida entre Alemanha e Argentina (Reuters/VEJA/VEJA)
26/49 O alemão Toni Kroos durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
27/49 O argentino Palacio durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Alexandre Battibugli/VEJA/VEJA)
28/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
29/49 Messi durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Marcanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
30/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
31/49 Jogadores da Argentina discutem com o árbitro durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Renato Pizzutto/VEJA/VEJA)
32/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
33/49 O argentino Zabaleta cabeceia a bola no jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
34/49 Messi durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Marcanã, no Rio (Renato Pizzutto/VEJA/VEJA)
35/49 Messi domina a bola no jogo contra a Alemanha na final da Copa no Marcanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
36/49 O alemão Schweinsteiger é marcado por três jogadores da Argentina na final no Maracanã, no Rio (Alexandre Battibugli/VEJA/VEJA)
37/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
38/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
39/49 O argentino Higuaín cruza a bola no jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
40/49 O argentino Demichelis é marcado pelo jogador da Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
41/49 O argentino Higuaín marca gol contra a Alemanha mas o bandeirinha marca impedimento (Luiz Maximiano/VEJA/VEJA)
42/49 Messi conversa com o árbitro durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
43/49 O alemão Özil durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
44/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
45/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
46/49 O argentino Higuaín chuta mal a bola contra o gol da Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA/VEJA)
47/49 O alemão Schürrle discute com o árbitro durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Renato Pizzutto/VEJA/VEJA)
48/49 O alemão Klose durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
49/49 Lance no jogo entre Alemanha e Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA/VEJA)
O empate sem gols durou 112 minutos. Depois de linda jogada individual de Schürrle pela esquerda, Götze recebeu no miolo da área, matou no peito e fuzilou Romero, deixando a Alemanha às portas do tetra
Demorou, mas o tetra chegou. Depois de uma longa espera, com 24 anos sem levantar a Copa do Mundo, três edições consecutivas batendo na trave (vice em 2002 e terceira colocada em 2006 e 2010) e uma nervosa prorrogação na finalíssima, neste domingo, no Maracanã, a Alemanha alcançou a Itália, conquistando seu quarto título mundial e deixando a Argentina mais uma vez com o vice, repetindo a última decisão entre as duas seleções, em 1990. A conquista veio apenas no segundo tempo do tempo extra, com um golaço marcado por Mario Götze: 1 a 0. Foi uma decisão nervosa, equilibrada e muito disputada, com uma Argentina marcando forte e a Alemanha dominando a posse de bola e martelando incessantemente no ataque, ainda que sem grande precisão. No fim, porém, a melhor campanha da segunda Copa realizada no Brasil foi coroada com o título, o primeiro de uma seleção europeia em um Mundial disputado num país sul-americano. Agora, não são só os italianos que estão a apenas uma conquista de alcançar o Brasil: a Alemanha subiu de degrau e também pode igualar a seleção pentacampeã já na próxima edição, na Rússia, em 2018. Foi a terceira Copa consecutiva vencida por uma seleção europeia, colocando o continente com duas Copas de vantagem na disputa com os sul-americanos: onze títulos contra nove.
Início emocionante – Melhor ataque da competição, a Alemanha controlou a bola desde o início, tentando trabalhar suas jogadas diante de uma muralha defensiva argentina. Os sul-americanos, que não sofreram nenhum gol desde o início da fase eliminatória da Copa, permitia a troca de passes dos alemães antes da intermediária, mas bloqueava todos os espaços nos últimos 30 metros de seu campo. A aposta era no contragolpe, principalmente através das arrancadas de Lionel Messi. E foi com essa estratégia que a equipe do técnico Alejandro Sabella criou sua primeira chance, aos 3 minutos, com Higuaín batendo cruzado depois de jogada de Lavezzi. Os alemães tentavam responder acionando o jovem craque Thomas Müller, aberto pela direita, mas ele era perseguido de perto� pelo lateral Rojo. Os contra-ataques argentinos eram alarmantes para os alemães, �especialmente no lado defendido pelo pesado Höwedes, zagueiro improvisado na lateral esquerda. �A Alemanha tentava abrir o placar procurando o recordista de gols Miroslav Klose, mas a dupla de zaga formada por Garay e Demichelis rebatia bem as jogadas aéreas.
Aos 20 minutos, a Argentina desperdiçou uma chance inacreditável. Toni Kroos vacilou, cortou uma bola alta na intermediária na direção do próprio gol e deu de presente para Higuaín, cara a cara com Neuer, sem nenhuma marcação. Ele pegou mal na bola, que saiu lentamente pela direita do gol alemão. �Os argentinos faziam uma marcação fortíssima, induzindo a Alemanha ao erro e tentando sair em velocidade para o ataque, com a menor quantidade possível de passes até a finalização.� Aos 27, num raro vacilo de seu bom� sistema defensivo, a Argentina foi pega de surpresa numa enfiada de bola do capitão Philipp Lahm para Müller, que não conseguiu desviar para o gol. Romero rebateu. �Aos 29, a torcida argentina explodiu no Maracanã quando Gonzalo Higuaín recebeu cruzamento de Lavezzi e empurrou para as redes. A alegria durou pouco: o árbitro italiano Nicola Rizzoli anulou o gol, por impedimento, marcado corretamente. No minuto seguinte, a primeira alteração do jogo: Joachim Löw teve de tirar Kramer (que já havia aparecido de surpresa na escalação, substituindo Khedira de última hora), machucado. O técnico alemão apostou no atacante Andre Schürrle.
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Apesar de ficar mais tempo com a bola, a Alemanha acabava cometendo as faltas mais duras, e dois marcadores importantes, Schweinsteiger e Höwedes, foram advertidos com o amarelo. �Aos 35, a Alemanha assustou de novo depois que Klose puxou o ataque pela esquerda e acionou Schürrle; o atacante bateu firme, exigindo boa defesa do Romero, mas a arbitragem marcou o impedimento no rebote, já que Ozil estava bem na frente do goleiro argentino. �Quatro minutos depois, a Argentina perdeu mais uma chance claríssima, com Messi invadindo a área pela esquerda, chegando ao fundo e cruzando com extremo perigo. A bola atravessou a pequena área e foi salva por Boateng, que cortou antes que Lavezzi conseguisse finalizar. �Aos 43, o troco alemão, com uma boa trama ofensiva: Klose roubou a bola na intermediária, Müller recebeu e avançou pela direita, Ozil dominou e cortou a marcação na meia-lua e Kroos bateu rasteiro. Romero agarrou com segurança�.� �Já nos acréscimos do primeiro tempo, Höwedes subiu sozinho em escanteio batido por Kroos e carimbou a trave esquerda de Romero. Na primeira metade do jogo, o duelo entre o toque de bola dos alemães (que tiveram 63% de posse de bola, contra 37% dos oponentes) e os contragolpes perigosos dos argentinos terminava em igualdade, com boas oportunidades para os dois lados e uma partida com desfecho totalmente imprevisível.
Mudanças e tensão – A Argentina voltou para o segundo tempo com o ataque reforçado: saiu Lavezzi, que criou poucos lances de perigo, e entrou Sergio Agüero. Outra novidade foi a postura da equipe de Sabella, que começou atacando muito mais. Logo no primeiro minuto, foi a vez de Lionel Messi perder uma grande chance, invadindo a área pela esquerda e batendo rasteiro, para fora, num lance que o craque não costuma perdoar. A Alemanha não conseguia se encontrar no gramado e os argentinos aproveitavam, avançando suas linhas. Percebendo o bom momento, a torcida da seleção de Messi aumentava o volume de seus cantos no Maracanã. Por volta dos 10 minutos, contudo, os alemães restauraram o equilíbrio da partida, voltando a avançar ao ataque e a manter a bola por mais tempo em seus pés. Aos 13 minutos, Lahm foi ao fundo e cruzou para Klose, que subiu bem mas não acertou o cabeceio em cheio. Romero segurou com facilidade. A Alemanha crescia, retomando a superioridade mostrada durante parte da etapa inicial. Aos 18, Mascherano ficava pendurado ao acertar um carrinho por trás em Klose. No lance seguinte, foi a vez de Agüero ser advertido, depois de falta violenta em Schweinsteiger. A partida ficava mais tensa, com menos oportunidades de gol. Aos 28, Messi conseguiu se livrar da marcação, carregou para o meio e bateu de curva, mas para fora. Aos 31, nova troca no setor ofensivo argentino, com Higuaín dando lugar a Rodrigo Palacio. Mas era Messi o motor do ataque: logo depois da substituição, ele voltou a chamar o jogo e a responsabilidade, arrancando em velocidade pelo meio, mas esbarrando na zaga alemã.
Os europeus responderam com uma boa sequência de ataques – num deles, aos 36, Toni Kroos apareceu de surpresa na entrada da área para finalizar rasteiro, para fora. Sabella usou sua última substituição para colocar Fernando Gago no lugar de Enzo Peres, que apareceu pouco na partida, limitando-se a compor o incansável sistema de marcação argentino. Löw respondeu colocando Mario Götze na vaga do recordista Klose, quase certamente em sua última aparição numa Copa. Assim como nas últimas duas edições do torneio, a decisão do Mundial chegava à prorrogação. E o tempo extra começou num ritmo eletrizante, com a Alemanha quase abrindo o placar num chute de Ozil, com menos de um minuto, e Messi respondendo num chute cruzado, no minuto seguinte. O nervosismo, porém, atrapalhava as duas equipes – aos 7 minutos, Palacio recebeu sozinho na área e optou por tentar um chapéu em Neuer. Boateng apareceu na cobertura e só deixou a bola sair pela linha de fundo. A primeira etapa da prorrogação mantinha a igualdade. Aos 4 minutos da segunda etapa, Schweinsteiger deixou o campo sangrando depois de levar um soco numa dividida pelo alto com Agüero, que já tinha amarelo. O árbitro italiano não viu a agressão. Logo em seguida, porém, a Alemanha festejava: aos 7 minutos, depois de linda jogada individual de Schürrle pela esquerda, Götze recebeu no miolo da área, matou no peito e fuzilou Romero, deixando a Alemanha às portas do tetra. Depois dos últimos minutos de tentativas desesperadas dos argentinos, a festa alemã (e brasileira, já que a torcida da casa apoiou os europeus) começou.
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1/36 Torcedores da Argentina lamentam a derrota para a Alemanha na final da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
2/36 Torcedores da Alemanha comemoram o título da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
3/36 Torcedor da Alemanha durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
4/36 Torcedor da Alemanha durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
5/36 Torcedores da Argentina durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
6/36 Torcedora da Argentina durante o jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Renato Pizzutto/VEJA)
7/36 Torcedora da Alemanha durante o jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
8/36 Torcedores alemães seguram cartaz escrito em inglês "não deixaremos a Argentina ganhar em sua casa" no Maracanã, no Rio (Darren Staples/Reuters/VEJA)
9/36 Torcida aguarda o início da final da Copa entre Alemanha e Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
10/36 Torcedores da Argentina aguardam o início do jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
11/36 Torcida aguarda o início da final da Copa entre Alemanha e Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
12/36 Torcida aguarda o início da final da Copa entre Alemanha e Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
13/36 Torcedores da Argentina aguardam o início do jogo contra a Alemanha na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
14/36 Torcedor da Alemanha aguarda o início do jogo contra a Argentina na final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
15/36 Torcida aguarda o início da final da Copa entre Alemanha e Argentina no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
16/36 Torcedora argentina chega no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
17/36 Torcedoras da Argentina chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
18/36 Torcedor da Alemanha chega no Maracanã para a final da Copa contra a Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
19/36 Torcedores argentinos chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
20/36 Torcedores usam estrelas na cabeça com a data dos mundiais conquistado pela Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
21/36 Torcedora argentina chega no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
22/36 Torcedora argentina chega no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
23/36 Torcedores da Alemanha seguram uma bandeira do Brasil antes da final da Copa contra a Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
24/36 Argentino se veste de Papa para a final da Copa contra a Alemanha no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
25/36 Torcedor da Alemanha chega no Maracanã para a final da Copa contra a Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
26/36 Torcedores da Alemanha chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
27/36 Torcida chega no Maracanã para a final da Copa entre Alemanha e Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
28/36 Torcida chega no Maracanã para a final da Copa entre Alemanha e Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
29/36 Torcida chega no Maracanã para a final da Copa entre Alemanha e Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
30/36 Torcedora segura uma bandeira do Brasil antes da final da Copa no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
31/36 Torcedores pintam o rosto com as cores da bandeira da França para a final no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
32/36 Torcedor da Alemanha chega no Maracanã para a final da Copa contra a Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
33/36 Torcida chega no Maracanã para a final da Copa entre Alemanha e Argentina, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
34/36 Torcedores argentinos chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
35/36 Torcedores argentinos chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
36/36 Torcedores argentinos chegam no Maracanã para a final da Copa contra a Alemanha, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
1/26 O ex-jogador espanhol Carles Puyol e a modelo Gisele Bündchen apresentam a Taça da Copa do Mundo na final no Maracanã, no Rio (Laurence Griffiths/Getty Images/VEJA)
2/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
3/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA)
4/26 Ivete Sangalo no encerramento da Copa, no Maracanã (AFP/VEJA)
5/26 Festa de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã (AFP/VEJA)
6/26 Ivete Sangalo e Carlinhos Brown durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
7/26 Carlos Santana na festa de encerramento da Copa (AFP/VEJA)
8/26 Alexandre Pires e o cantor haitiano Wyclef Jean cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Fabrice Coffrini/AFP/VEJA)
9/26 Carlinhos Brown e Shakira cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Laurence Griffiths/Getty Images/VEJA)
10/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio` (Darren Staples/Reuters/VEJA)
11/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
12/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Matthias Hangst/Getty Images/VEJA)
13/26 Carlinhos Brown e Shakira cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (David Gray/Reuters/VEJA)
14/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
15/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Eddie Keogh/Reuters/VEJA)
16/26 Carlinhos Brown durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
17/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
18/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
19/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
20/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
21/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (David Gray/Reuters/VEJA)
22/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
23/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
24/26 Shakira segura seu filho no colo durante a cerimônia da encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Eddie Keogh/Reuters/VEJA)
25/26 Shakira com o marido, o jogador espanhol Piqué, e o filho durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
26/26 Shakira com o marido, o jogador espanhol Piqué, e o filho durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)