Acervo · Esporte
Para Justiça, concessão do Maracanã é mau negócio para o estado do Rio
Liminar concedida nesta sexta-feira alerta para o risco de prejuízos para os cofres públicos e para a falta de igualdade de condições na licitação para administrar o estádio

A liminar concedida pela 9ª Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio de Janeiro na tarde desta sexta-feira, que suspende a concessão da gestão do Maracanã para o consórcio formado pela Odebrecht e pela empresa IMX, do empresário Eike Batista, considera que o governo do estado teria prejuízos no negócio. A decisão afirma que o edital contém insuficiências que impediram a “formulação de um orçamento confiável, capaz de autorizar uma proposta de outurga que assegurasse o equilíbrio econômico e financeiro do contrato”. A liminar também impede que o estado conceda a terceiros o direito de exploração da área do entorno do estádio e estabelece que, em caso de descumprimento, será aplicada multa de 5 milhões de reais.
Radar – Justiça impede concessão do Maracanã para empresa de Eike Batista
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