Acervo · Esporte

Munique, 40 anos depois: o fantasma do terror nos Jogos

Atentado de 1972 transformou as Olimpíadas – e hoje, Londres mobiliza dezenas de milhares de soldados e policiais para garantir que a história jamais se repita

Por Giancarlo Lepiani, de Munique6 min de leitura
Veja.com
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As famílias das vítimas israelenses querem marcar os quarenta anos do massacre com uma breve homenagem, como um minuto de silêncio na cerimônia de abertura. Por enquanto, o tributo está descartado

A cidade de Munique, na Alemanha, abriga um dos poucos casos de legado urbano positivo da história recente dos Jogos Olímpicos. Seu belo Parque Olímpico, uma enorme área verde ao norte do centro, vizinho da sede da montadora BMW e de projeto arquitetônico que até hoje parece atual, é usado por boa parte dos moradores da capital bávara. Estádio, piscinas, ginásio e centro de eventos seguem beneficiando a população, algo incomum entre as sedes mais recentes do principal evento esportivo do planeta. Os Jogos de 1972, no entanto, têm também outro legado, muito mais doloroso, com ramificações que ultrapassam as fronteiras do esporte e da Alemanha. Foi na vila olímpica de Munique, erguida bem ao lado do parque, que…

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