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Fechado para assumir o Timão, treinador de 62 anos tem passagens por Palmeiras, Santos e São Paulo; confira o desempenho
Fechado com o Corinthians e bem próximo de ser anunciado como novo treinador do clube – o contrato será assinado ainda nesta sexta-feira, 18 -, Dorival Júnior, 62, integrará um seleto hall: o de profissionais que dirigiram os quatro grandes times do estado.
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Em toda a história, somente oito técnicos já alcançaram a façanha de trabalhar por Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, o último deles foi Cuca, hoje no Atlético Mineiro, de passagem de somente dois jogos pelo Timão em 2023.
Além dele, Aymoré Moreira, Carlos Alberto Silva, Emerson Leão, Nelsinho Baptista, Osvaldo Brandão, Oswaldo de Oliveira e Rubens Minelli também trabalharam nos quatro grandes.
Lembrado pelos títulos conquistados no Santos e, mais recentemente, pelo São Paulo, Dorival disse em 2021, em entrevista ao canal de YouTube Café do Setorista, ter sido procurado outras três vezes pelo Timão e que acreditava ter compatibilidade de perfil para trabalhar um dia no clube.
“As três vezes que eu fui procurado pelo Corinthians estava empregado. E eu não posso fazer isso (trocar de time com contrato em vigor), não faria isso com o Corinthians se aparecesse outra equipe de fora do país”, explicou em um trecho.
“O Corinthians tem lá um técnico que é muito amigo, o [Vagner] Mancini, mas não vejo isso [de não ter o DNA do clube por ser ofensivo]”, afirmou em outro momento, para depois completar: “Quem viu o Corinthians de Sócrates, Biro-Biro, Zenon, Ataliba, Casagrande, esquece que era um time altamente ofensivo. O segundo time do Tite (de 2015) era altamente ofensivo”.
PLACAR relembra como foram os trabalhos do treinador nos rivais:
2010
61 jogos
37V, 8E e 16D, 65% de aproveitamento
2015 a 2017
128 jogos
74V, 26E e 28D, 64,6% de aproveitamento
Total
189 jogos
111V, 34E e 44D, 64,8% de aproveitamento
Títulos
Paulistas (2010 e 2016) e Copa do Brasil (2010)
Dorival e Neymar no Santos: parceria terminou com discussão – Divulgação/Santos FC
Escolhido em 2010 para liderar a geração que contava com nomes como Neymar e Paulo Henrique Ganso, Dorival foi o mentor daquele que é considerado por muitos o melhor time já formado em um ano pelo Santos neste século. Conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil emplacando goleadas históricas como o 8 a 1 no Guarani, o 9 a 1 no Ituano e o 10 a 0 no Naviraiense. Em agosto, faturou a Copa do Brasil, mas acabou demitido ao entrar em rota de colisão com Neymar.
Retornou ao clube em 2015, com a missão de tirar a equipe da zona de rebaixamento do Brasileirão daquele ano, e liderou uma rápida reação, que terminou com o vice-campeonato da Copa do Brasil, perdida nos pênaltis para o Palmeiras, além da sexta colocação na competição nacional. Foi responsável por recuperar Gabriel Barbosa, então em baixa na Vila. Em 2016, se sagrou campeão estadual e vice nacional. Em 2017, já com o trabalho em queda, acabou demitido.
2017 a 2018
40 jogos
17V, 11E e 12D, 51,6% de aproveitamento
2023
54 jogos
25V, 13E e 16D, 54,3% de aproveitamento
Total
94 jogos
42V, 24E e 28D, 53,1% de aproveitamento
Títulos
Copa do Brasil (2023)
No São Paulo, Dorival conquistou o inédito título da Copa do Brasil – Isaac Fontana/AFP
Contratado em julho de 2017 com a missão de salvar a equipe de um inédito rebaixamento no Brasileirão, o técnico comandou uma incrível reação na competição nacional. Chegou a terminar com uma das melhores campanhas do segundo turno daquele ano. Em 2018, o mau início no estadual – cinco derrotas em 11 jogos – provocou o fim do trabalho. Curiosamente, Dorival acabou demitido depois de uma derrota em um clássico para o Palmeiras.
Em 2023, o técnico voltou com outro status. Campeão da Libertadores e da Copa do Brasil com o Flamengo, ele não permaneceu no Rubro-Negro e aceitou o trabalho prometendo fazer história. Quis o destino que a promessa fosse confirmada com o inédito título da Copa do Brasil justamente diante da equipe carioca.
2014
20 jogos
6V, 5E e 9D, 38,3% de aproveitamento
Dorival e Valdívia: quase rebaixados com o Verdão em 2014 – Cesar Greco/Fotoarena
Com forte ligação com o Palmeiras por conta de seu tio Dudu, ídolo histórico do clube, além da passagem como jogador, entre 1989 e 1992 quando era conhecido como Júnior, o treinador fez no clube o trabalho de menor sucesso entre os grandes paulistas que dirigiu.
Foram só vinte jogos e uma demissão ao fim do Brasileirão daquele ano, pouco depois de salvar a equipe do terceiro rebaixamento de sua história – a equipe só se salvou graças a uma vitória do Santos diante do Vitória, fora de casa, na rodada final do torneio. Na ocasião, substituiu o argentino Ricardo Gareca, mas acabou se despedindo da agremiação junto com alguns dirigentes por conta de uma reformulação para viver uma nova era vencedora liderada pelo presidente Paulo Nobre.
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