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‘Superação requer momentos difíceis; Essa é a verdade escancarada pelo esporte paralímpico’

Bruna Alexandre, com apenas 21 anos, é um dos sucessos do Tênis de Mesa paralímpico do Brasil

Por Caroline Cabral5 min de leitura

“Meu diferencial não é o braço a menos… É o meu saque!”

Responda rápido: qual o meu diferencial como jogadora de tênis de mesa? Se respondeu que é a ausência do braço direito, você errou; é o meu saque. Desde a primeira vez em que peguei na raquete, aos 7 anos, percebi que sacar bem seria meu maior desafio. Quando consegui fazê-lo usando o queixo e uma mão, treinei à exaustão, até transformá-lo numa das principais forças do meu jogo; até o braço a menos deixar de ser o diferencial… E virar um detalhe!

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