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Sissi, a 1ª craque do futebol feminino: ‘Evoluímos pouco’

Camisa 10 vive nos EUA, onde trabalha como treinadora e segue jogando, aos 51 anos. Ela relembra os tempos de glória e avalia o cenário da modalidade

Por Lucas Mello11 min de leitura
A jogadora Sissi durante a disputa da medalha de bronza na Olimpíada de Sydney em 2000
A jogadora Sissi durante a disputa da medalha de bronza na Olimpíada de Sydney em 2000Tony Marshall - EMPICS

Bem antes de Marta, o futebol feminino brasileiro já era reconhecido internacionalmente pelo talento de outra camisa 10 canhota. A baiana Sisleide do Amor Lima, mais conhecida como Sissi, marcou época na década de 90, no período em que a modalidade começou a ganhar espaço no país, na voz do narrador Luciano do Valle. A craque de cabelos raspados conquistou resultados expressivos ao lado de companheiras como Kátia Cilene, Pretinha e Roseli, especialmente na Copa do Mundo de 1999, da qual foi artilheira e medalhista de bronze. O feito de duas décadas atrás a tornou conhecida, mas não trouxe evoluções exuberantes nem para Sissi nem para a seleção brasileira. “Melhorou um pouco, mas nem tanto. Nossa geração marcou época, mas evoluímos pouco, não foi suficiente. A mudança foi bem menor do que merecemos.”

Aos 51 anos, Sissi continua dando seus chutes e contribuindo para o futebol feminino justamente no país…

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