Shakira brilha (e ofusca brasileiros) no show antes da final
Depois de uma abertura decepcionante no Itaquerão, um encerramento mais animado e musical no Maracanã. A cerimônia que precedeu a final da Copa do Mundo, na tarde deste domingo, no Rio de Janeiro, deixou uma impressão bem melhor que a festa do primeiro dia da competição. Com dezoito minutos de duração e foco nos artistas […]
1/26 O ex-jogador espanhol Carles Puyol e a modelo Gisele Bündchen apresentam a Taça da Copa do Mundo na final no Maracanã, no Rio (Laurence Griffiths/Getty Images/VEJA)
2/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
3/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ricardo Corrêa/VEJA)
4/26 Ivete Sangalo no encerramento da Copa, no Maracanã (AFP/VEJA)
5/26 Festa de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã (AFP/VEJA)
6/26 Ivete Sangalo e Carlinhos Brown durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
7/26 Carlos Santana na festa de encerramento da Copa (AFP/VEJA)
8/26 Alexandre Pires e o cantor haitiano Wyclef Jean cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Fabrice Coffrini/AFP/VEJA)
9/26 Carlinhos Brown e Shakira cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Laurence Griffiths/Getty Images/VEJA)
10/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio` (Darren Staples/Reuters/VEJA)
11/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
12/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Matthias Hangst/Getty Images/VEJA)
13/26 Carlinhos Brown e Shakira cantam durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (David Gray/Reuters/VEJA)
14/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
15/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Eddie Keogh/Reuters/VEJA)
16/26 Carlinhos Brown durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
17/26 Carlinhos Brown e Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
18/26 Shakira durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
19/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
20/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
21/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (David Gray/Reuters/VEJA)
22/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
23/26 Cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Pedro Ugarte/AFP/VEJA)
24/26 Shakira segura seu filho no colo durante a cerimônia da encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Eddie Keogh/Reuters/VEJA)
25/26 Shakira com o marido, o jogador espanhol Piqué, e o filho durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
26/26 Shakira com o marido, o jogador espanhol Piqué, e o filho durante a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã, no Rio (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
Depois de uma abertura decepcionante no Itaquerão, um encerramento mais animado e musical no Maracanã. A cerimônia que precedeu a final da Copa do Mundo, na tarde deste domingo, no Rio de Janeiro, deixou uma impressão bem melhor que a festa do primeiro dia da competição. Com dezoito minutos de duração e foco nos artistas trazidos para animar o estádio antes da partida entre Alemanha e Argentina, o show de encerramento deixou as coreografias e alegorias em segundo plano. A primeira atração foi Shakira, uma veterana dos Mundiais, em sua terceira final consecutiva de Copa (em 2006, cantou Hips Don’t Lie; em 2010, o hit Waka Waka). No Maracanã, a colombiana apareceu com um vestido vermelho e apresentou La La La, canção do álbum oficial do Mundial, ao lado de Carlinhos Brown, trajando terno e um bizarro cocar preto e branco. Brown pelo menos teve o bom senso de dar um passo atrás e entregar o protagonismo do espetáculo a Shakira, que foi o centro das atenções e a melhor atração de toda a festa.
A popstar ainda voltou ao centro do gramado no fim da cerimônia carregando no colo seu filho Milan. O rapper haitiano Wyclef Jean, o guitarrista mexicano Carlos Santana e o cantor Alexandre Pires entraram em cena logo em seguida, apresentando Dar um Jeito (We Will Find A Way), tema oficial da Copa. Pires ainda teve a chance de se apresentar sozinho por alguns minutos antes de apresentar a cantora baiana Ivete Sangalo, num vestido longo verde escuro, que cantou versões abreviadas de seus principais sucessos, numa participação quase que protocolar. Ao longo da festa, que começou com uma apresentação de casais de mestre-sala e porta-bandeira – eles carregavam os pavilhões das 32 seleções participantes do torneio -, a bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio permaneceu ao redor do palco montado bem no centro do campo. O último número reuniu todos os artistas convidados ao som de um trecho do samba-enredo do Salgueiro em 1993, Explode Coração. A festa foi simples, mas agradou a um público formado por uma mistura de brasileiros, argentinos e alemães.
1/20 Jogadores da Alemanha comemoram gol contra o Brasil no Mineirão, em Belo Horizonte (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
2/20 Jogadores da Argentina comemoram classificação para a final da Copa do Mundo após vencer a Holanda, no Itaquerão em São Paulo (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
3/20 Jogadores da Alemanha comemoram a vitória sobre o Brasil no Mineirão, em Belo Horizonte (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
4/20 Jogadores da Argentina comemoram classificação para a final da Copa do Mundo após vencer a Holanda, no Itaquerão em São Paulo (Alexandre Battibugli/VEJA)
5/20 Jogadores da Alemanha comemoram a vitória sobre o Brasil no Mineirão, em Belo Horizonte (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
6/20 Messi comemora a vitória da Argentina nos pênaltis sobre a Holanda, no Itaquerão em São Paulo (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
7/20 O alemão Mats Hummels comemora gol da Alemanha contra a França no Maracanã, no Rio (Kai Pfaffenbach/Reuters/VEJA)
8/20 Jogadores da Argentina comemoram gol contra a Bélgica no Mané Garrincha, em Brasília (Matthias Hangst/Getty Images/VEJA)
9/20 Jogadores da Alemanha comemoram gol marcado por Mats Hummels contra a França no Maracanã, no Rio (Franck Fife/AFP/VEJA)
10/20 Jogador da Argentina no Mineirão, em Belo Horizonte (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
11/20 Jogadores da Alemanha comemoram classificação para as semifinais da Copa após vencerem a França (Renato Pizzutto/VEJA)
12/20 Di Maria e Messi comemoram gol da Argentina contra a Suíça (Roberto Setton/VEJA)
13/20 Jogadores da Alemanha comemoram vitória na prorrogação sobre a Argélia no Beira-Rio, em Porto Alegre (Edison Vara/VEJA)
14/20 Jogadores da Argentina comemoram gol marcado por Messi nos acréscimos do segundo tempo (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
15/20 Jogadores da Alemanha comemoram gol contra Portugal na Arena Fonte Nova, em Salvador (Daniel Kfouri/VEJA)
16/20 Lionel Messi comemora o único gol da Argentina contra o Irã no Mineirão, em Belo Horizonte (Ivan Pacheco/VEJA.com/VEJA)
17/20 Jogadores da Alemanha comemoram gol contra Portugal na Arena Fonte Nova, em Salvador (Andreas Gebert/EFE/VEJA)
18/20 Jogadores da Argentina comemoram o primeiro gol contra a Bósnia no Maracanã, no Rio (Gabriel Bouys/AFP/VEJA)
19/20 Jogadores da Alemanha comemoram gol contra Portugal na Arena Fonte Nova, em Salvador (Fabrizio Bensch/Reuters/VEJA)
20/20 Lionel Messi comemora o segundo gol da Argentina contra a Bósnia no Maracanã, no Rio (Paulo Vitale/VEJA)
1/12 Torcedores de Argentina e Alemanha na final da Copa do Mundo de 1990 (Pedro Martinelli/VEJA)
2/12 Argentina e Alemanha entram em confronto após partida das quartas de final da Copa do Mundo em 2006, no Estádio Olímpico de Berlim, Alemanha (Arquivo/Frank Augstein/AP/VEJA)
3/12 Lance entre Javier Mascherano e Bastian Schweinsteiger durante partida entre Argentina e Alemanha nas quartas de final de 2010 (Cameron Spencer/Getty Images/VEJA)
4/12 Thomas Mueller cabeceia para marcar gol nas quartas de final entre Alemanha e Argentina na Copa de 2010 (Christophe Simon/AFP/VEJA)
5/12 Berthold, da Alemanha e Dezotti, da Argentina, durante jogo entre Alemanha Ocidental 1 x 0 Argentina, partida finalíssima da Copa do Mundo de Futebol de 1990, no Estádio Olímpico (Pedro Martinelli/VEJA)
6/12 Littbarski, da Alemanha, e Basualdo, da Argentina, na final de 1990 (Pedro Martinelli/VEJA)
7/12 Seleção alemã antes da final de 1990: Matthaus, Illgner, Buchwald, Augenthaler,Voller,Kohler, Brehme, Littbarski, Haessler, Berthold, Klinsmann (Pedro Martinelli/VEJA)
8/12 Seleção da Argentina antes da final de 1990: Burruchaga, Dezotti, Troglio, Sensini, Basualdo, Ruggeri, Lorenzo, Serrizuela, Simon, Goycochea e Maradona (Pedro Martinelli/VEJA)
9/12 Em 1990, na Itália, os alemães foram os campeões da Copa do Mundo. Na foto, o jogador Jürgen Kohler (Foto: Simon Bruty/Getty Images/VEJA)
10/12 Burruchaga, da Argentina, supera Schumacher e Briegel, da Alemanha, e marca o gol do título na Copa de 1986 (Pedro Martinelli/VEJA)
11/12 Gol alemão na final de 1986, vencida pela Argentina (Sério Sade/VEJA)
12/12 Maradona comemora a vitória da Argentina na Copa do Mundo em 1986, no México (Foto: Bob Thomas/Getty Images/VEJA)