Psicologia em campo: Brasil e Peru usam ‘revanchismo’ como motivação
Finalistas da Copa América têm um aspecto em comum: usaram as contestações como combustível, uma estratégia recorrente no esporte

RIO DE JANEIRO – Brasil e Peru chegaram à final da Copa América em situações opostas. Jogando em casa, a seleção pentacampeã entrou como a principal favorita e fez valer sua condição; já a seleção peruana desbancou equipes mais badaladas, como Uruguai e Chile, e chegou à decisão de domingo, 7, no Maracanã, de forma surpreendente. Há, no entanto, algo em comum entre as equipes: ambas viveram momentos de contestação ao longo do torneio e usaram as críticas como combustível, o que ficou claro nas declarações de seus atletas.
A postura de revanchismo dos times foi personificada em seus capitães, Daniel Alves e Paolo Guerrero. Desde o início do torneio, o lateral brasileiro vem fazendo reclamações às vaias, aos estádios vazios, aos gramados e outros fatores. Mesmo depois de sua exibição de gala na vitória sobre a Argentina na semifinal, Daniel discursou em tom de vingança, prestando apoio ao estafe…
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