O 7 a 1 nasceu há 15 anos – e está cada vez mais vivo
Estudo encomendado por VEJA destrincha a evolução do futebol alemão, a derrocada do brasileiro e os fatores que contribuíram diretamente para o vexame do Mineirão

No dia 8 de julho de 2014, o Brasil e o mundo assistiram incrédulos a uma das maiores humilhações esportivas da história. O que teria levado a seleção mais vitoriosa do futebol em todos os tempos a conceder sete gols e ser eliminada em casa pela Alemanha de forma arrasadora? Safra ruim de jogadores, um treinador ultrapassado, a ausência do craque e até mesmo o célebre “apagão” alegado pelos protagonistas foram apontados como razões para o massacre do Mineirão. Passado um ano e meio da tragédia e com mais um Brasileirão de baixa qualidade se encerrando – sem falar nos escândalos de corrupção com diversos brasileiros envolvidos – fica mais fácil compreender que o 7 a 1 foi real e, definitivamente, não foi um acidente. A superioridade germânica em Belo Horizonte não foi obra do acaso, mas fruto de uma verdadeira revolução, iniciada há mais de uma década, que envolveu…
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