Lucas di Grassi: ‘O automobilismo vai se tornar uma modalidade de nicho’
Piloto, empresário, embaixador da ONU para o meio ambiente, Di Grassi crê que o futuro das corridas trará muitas mudanças e deixará de ser evento de massa

Vencedor de uma das corridas que aconteceram no último domingo no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, o piloto Lucas Di Grassi não para. Em 2018, optou por disputar duas categorias simultaneamente: a Stock Car, principal campeonato do automobilismo brasileiro, e a revolucionária Fórmula E, competição mundial de carros movidos apenas a eletricidade disputada em cenários urbanos.
Fora essa agenda atribulada de compromissos dentro da pista, o paulistano de 33 anos – que já teve passagens pela Fórmula 1 e pelo Campeonato Mundial de Endurance – tem também afazeres em outras áreas empresariais: atualmente, Di Grassi é diretor-executivo de uma categoria protótipo de carros de corrida autônomos, a Roborace, além de sócio em uma empresa brasileira que fabricará e comercializará bicicletas elétricas – a previsão de lançamento do primeiro modelo é o segundo semestre deste ano.
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