De olho no voto, governo tenta esvaziar protestos na Copa
Temendo influência negativa na campanha, Dilma escala Gilberto Carvalho para viajar às sedes e convencer movimentos sociais a não aderir às manifestações

Os auxiliares de Dilma acreditam também que a enorme maioria da população entrará no clima de euforia da Copa quando a bola começar a rolar. É por isso que a posição dos movimentos sociais é considerada tão importante pelo governo
Muitos dos protestos violentos ocorridos no país nos últimos meses foram liderados por grupos de militantes que contam com apoio oficial. No governo federal, a interlocução com esses movimentos sociais está a cargo de Gilberto Carvalho, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Sua pasta tem até uma subsecretaria dedicada ao diálogo com esses grupos. Em fevereiro, depois que o MST promoveu um quebra-quebra na Praça dos Três Poderes, em Brasília, o ministro saiu em defesa do grupo, de quem é um dos principais interlocutores. Disse que o movimento responsável pelo confronto que feriu mais de vinte policiais continuaria a receber o apoio financeiro de estatais (BNDES, Caixa e…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

