A regra do gol de ouro foi uma das inovações mais polêmicas do futebol, criada para transformar as prorrogações em momentos decisivos. Entre 1993 e 2004, ela definiu finais dramáticas, mas também gerou debates sobre sua justiça e eficácia. Neste artigo, exploramos sua trajetória, impacto e o porquê de ter sido abolida.

O que era o gol de ouro?
O gol de ouro (ou golden goal) era uma regra em que o primeiro gol marcado durante a prorrogação encerrava imediatamente a partida, declarando vencedora a equipe que o marcasse. Implementada pela FIFA em 1993, seu objetivo era:
- Evitar disputas de pênaltis, consideradas aleatórias.
- Incentivar o jogo ofensivo nas prorrogações.
- Aumentar a emoção com finais instantâneas.
A implementação e os objetivos da FIFA.
A FIFA introduziu a regra para resolver o problema das prorrogações monótonas, onde times priorizavam a defesa. A ideia era que, ao saber que um gol decidiria tudo, as equipes atacariam mais.
Exemplos icônicos:
- Eurocopa 1996: Oliver Bierhoff marcou o gol de ouro pela Alemanha na final contra a República Tcheca.
- Copa do Mundo 2002: Ahn Jung-hwan eliminou a Itália com um gol de ouro pela Coreia do Sul.
Por que a regra falhou?
Apesar do sucesso inicial, o gol de ouro enfrentou resistência por motivos como:





