Acervo · Esporte

Um choque de culturas na Copa: a Fifa aprende o ‘jeitinho’

De um lado, o rigor e a organização dos europeus; do outro, o improviso e os atrasos dos brasileiros. Por enquanto, o arcaico ganhou. Pior para todos nós

Por Giancarlo Lepiani10 min de leitura
Veja.com
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“Teremos de viver juntos por um certo período. Não podemos nos divorciar. É claro que somos diferentes. Precisamos, então, nos organizar de forma que isso funcione. É até bom para a Fifa aprender a conviver com o jeitinho brasileiro”, disse Jérôme Valcke, cansado de resistir aos hábitos locais

Setenta meses se passaram desde o anúncio do Brasil como palco da Copa de 2014. Agora, falta apenas um para o início da Copa das Confederações, o ensaio geral para o Mundial do ano que vem. Apesar das condições ainda distantes do ideal, tudo indica que o torneio acontecerá sem nenhum grande sobressalto. O caminho até aqui, no entanto, foi sinuoso e cheio de percalços – e esse percurso foi marcado por uma relação turbulenta e descompassada entre o país anfitrião e a instituição que organiza a Copa. Quando o Brasil recebeu o torneio pela primeira vez, há mais de seis décadas,…

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