‘Ganância’ e ‘crime’: fãs, jogadores e políticos criticam a Superliga
Primeiro-ministro britânico e presidente francês citam ataque ao princípio do mérito esportivo, enquanto ídolos condenam atitudes de seus próprios clubes

O que há alguns anos era tratado apenas como uma ideia pouco crível e com ares elitistas se materializou no último domingo 18, caindo como uma bomba no futebol europeu. Foi anunciada a criação da Superliga Europeia, um torneio com 15 clubes fixos e mais cinco convidados, sem rebaixamento, com o objetivo de substituir a Liga dos Campeões (e assim obter mais dinheiro com jogos, em tese, mais atraentes). Tão logo foi revelada, a medida foi duramente criticada por torcedores, clubes, atletas, ex-jogadores, federações e até mesmo importantes políticos europeus.
Os fundadores da Superliga, que é chefiada por Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, são: o próprio clube espanhol, maior campeão europeu, os vizinhos Atlético de Madrid e Barcelona, os ingleses Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham e os italianos Inter de Milão, Juventus e Milan. Bayern de Munique, Borussia Dortmund e Paris Saint-Germain seriam os outros…
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