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‘Ganância’ e ‘crime’: fãs, jogadores e políticos criticam a Superliga

Primeiro-ministro britânico e presidente francês citam ataque ao princípio do mérito esportivo, enquanto ídolos condenam atitudes de seus próprios clubes

Por Da Redação8 min de leitura
Faixas são colocadas do lado de fora de Anfield, estádio do Liverpool, por torcedores em protesto contra sua decisão de ser incluído entre os clubes que tentam formar uma nova Superliga -
Faixas são colocadas do lado de fora de Anfield, estádio do Liverpool, por torcedores em protesto contra sua decisão de ser incluído entre os clubes que tentam formar uma nova Superliga -PA Images via Getty Images

O que há alguns anos era tratado apenas como uma ideia pouco crível e com ares elitistas se materializou no último domingo 18, caindo como uma bomba no futebol europeu. Foi anunciada a criação da Superliga Europeia, um torneio com 15 clubes fixos e mais cinco convidados, sem rebaixamento, com o objetivo de substituir a Liga dos Campeões (e assim obter mais dinheiro com jogos, em tese, mais atraentes). Tão logo foi revelada, a medida foi duramente criticada por torcedores, clubes, atletas, ex-jogadores, federações e até mesmo importantes políticos europeus.

Os fundadores da Superliga, que é chefiada por Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, são: o próprio clube espanhol, maior campeão europeu, os vizinhos Atlético de Madrid e Barcelona, os ingleses Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham e os italianos Inter de Milão, Juventus e Milan. Bayern de Munique, Borussia Dortmund e Paris Saint-Germain seriam os outros…

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